Cobain foi o último dos grandes viscerais. A afirmação é ligeira. Vá lá, é capaz de não ter sido o último, mas foi de certeza um dos maiores. Há bandas extraordinárias que não são minimamente viscerais e alguma música que se tornou moda entre as minorias, no seu conceptualismo teórico, carece de visceralidade; da boa, pelo menos. É como no mundo académico. É bom recuperar o significado político desta visceralidade nascida na garagem.
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